quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Solidariedade Animal


Esta é a Domitilla que procura um lar para ser amada e respeitada.
Ela é muito meiga e já está castrada.

 

sábado, 4 de outubro de 2014

Informativo SAE



O maior presente de hoje no dia Mundial dos Animais foi conseguir resgatar a Domitila da rua....que estava sendo assediada por vários cães.
Com muita fé,. enfrentei todos e consegui pegá-la.
Corri para meus amigos do Nino Pet Shop - que são grandes parceiros do Projeto SAE - e a Dra. Cintia ( um anjo vet ) se encarregou da castração.
Por conta do acontecimento, deixei de comparecer em dois compromissos.
Estou mega feliz em poder, justamente no dia Mundial dos Animais ajudar mais um irmãozinho.
Consegui lar temporário para Domitilla na casa de uma grande amiga Jô - mãe do meu aluno Dennis -..
Agora, vamos batalhar para conseguir um adotante responsável.
Querido São Francisco de Assis e equipe de Franciscanos, meus sinceros votos de gratidão e admiração.


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

CIEJA CAMPO LIMPO em formação pedagógica para reconhecer o valor da identidade na Educação de Jovens e Adultos.





















CARTA ABERTA

Ao: - Governos: Federal, Estadual e Municipais - Câmaras de Vereadores, Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Assembleia e Senado Nacional - Igrejas das diversas denominações - Instituições Jurídicas (MPF, AGU, DPU) - Aliados, parceiros e simpatizantes da causa indígenas - Imprensa livre e alternativa - Parentes de todo o Brasil
Viemos através desta carta aberta, denunciar mais uma vez, a situação vivenciada por nosso povo, ao mesmo tempo solicitar apoio e solidariedade na busca e conquistas de nossos direitos. Como é de conhecimento e não é de agora o nosso território encontra-se invadido há muitos anos, os invasores de nossas terras sagradas, há muito vem usurpando nossa terra e espoliando nossas riquezas naturais, não permitem que nossa verdadeira história seja contada, omitindo nossa contribuição cultural, negando a nossa existência, nos chamando de “Falsos Índios” ou, “Supostos Índios” incitando-os contra nós, promovendo o preconceito, a discriminação e o ódio contra as nossas lideranças e as nossas comunidades. Distorcendo o que verdadeiramente somos, ataques sistemáticos, de regressão e supressão dos direitos indígenas verificam-se nos distintos poderes do Estado e na sociedade, notadamente nos grandes meios de comunicação, eles conseguem transformar as vitimas em réus.
Somos anciões, mulheres, homens, jovens e crianças, muitos misturados biologicamente, filhos, netos bisnetos, tetranetos, etc., advindos do estupro, ou não, outros por união impostas – lembramos que são vários séculos de contato – que talvez não satisfazemos aos vossos olhos, ou até mesmo ao ego daqueles que estão acostumados com estereótipos, a identificar um povo pela cor da pele, cabelos, ou olhos. Nunca esquecemos nossas raízes, e sempre mantivemos a nossa memória alimentada por nossos anciões, que através da oralidade nos permite saber de onde viemos e quem somos. Fomos obrigados a viver no anonimato por décadas e décadas, roubaram nossas terras, mataram nossos parentes e poucos conseguiram se manter em pequenas áreas e muitos dos nossos vivem em periferias das grandes cidades, em condições de vulnerabilidade, mas não perdemos o respeito pela Mãe Natureza, e nem o sentimento da partilha e pertença a um povo, muito menos a vontade de viver com dignidade, assim como, retomar o que é nosso por Direito Originário e está escrito na CF/1988, que é preciso fazer garantir.
O Governo Federal tem sido omisso nas questões relacionadas aos Povos Indígenas, muitos políticos nos vêem como estorvo, afinal atrapalhamos os interesses dos que financiam campanhas eleitorais milionárias, e ainda aliciam o Povo, Juízes, etc., contra nós. Os estudos antropológicos de reconhecimento do nosso território feitos por instituições do governo comprovaram e sustentam o que já sabíamos, a legitimidade do nosso território que para nós sempre nos pertenceu, não somos os invasores, ou grileiros, somos a herança de uma história de resistência contra os invasores de nosso território que duram exatamente 514 anos.
O Povo Tupinambá tem sido vitima da opção do governo da presidenta Dilma Rousself pelo agro negócio. Após a conclusão dos estudos que comprovaram ocupação tradicional do território pelos indígenas Tupinambá, cabe agora ao Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, assinar a portaria declaratória da Terra Indígena. O documento está nas mãos do Ministro há dois anos, apesar da legislação determinar o prazo de 30 dias após o recebimento do processo para que o ministro dê os encaminhamentos pertinentes.
A não assinatura da Portaria emperra que outros encaminhamentos relativos à regularização do nosso território avancem e este impasse está criando um clima desfavorável contra a nossa comunidade, bem como, prejudicando os pequenos agricultores. Cabe ressaltar que a legislação brasileira estabelece que os ocupantes não indígenas de boa fé devem ser reassentados pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e receber indenizações pelas benfeitorias, a serem pagas pela Fundação Nacional do Índio (Funai). Dessa forma, os direitos de todas as pessoas, indígenas e não indígenas, são assegurados em lei, como forma de realizar a justiça e promover a paz.
Se não bastasse estes ataques mais locais. Ataques a nível nacional estão em curso por meio de Projetos de Lei (PL 1610, da mineração em terras indígenas, PL 7735/2014, do Patrimônio genético, entre outros), Emendas constitucionais (PEC 215, PEC 038, PEC 416, etc.), Portarias (Portaria 303, Portaria 419, Minuta de Portaria para mudar os procedimentos de demarcação das terras indígenas), Decretos (Decreto 7957). Ao mesmo tempo, muitas lideranças e comunidades como a nossa que lutam na defesa de seus direitos à terra são criminalizadas, vítimas de assassinatos, prisões arbitrarias e ameaças de morte. O ódio que muita gente tem para conosco, beira a irracionalidade, nem sabem por que expelem tanto veneno contra nós e nem se questionam pela atitude insana. Sabemos que a falta de informação tem promovido a ignorância, que por sua vez tem levado uma grande parte da sociedade brasileira a nos crucificar, criminalizando-nos e discriminando-nos.
Estamos pedindo paz e suplicando ao mundo a garantia de nossas vidas, e que o governo demarque nossas terras, chega de violação dos nossos direitos, e ao Povo Brasileiro pedimos apoio e solidariedade e a cessação de hostilidades e que o sentimento de invasão (mentalidade colonialista) seja dizimado, expurgado dos vossos corações, por favor, acabem com essa Guerra contra nós Povos Indígenas, contra nós os Tupinambás. É vergonhoso ver o governo da Bahia, ser contra nós, suspeitamos que seja por conta do exercício do sufrágio pelos eleitores, afinal somos em menor número e muitos ainda não sabem votar e nem possuímos dinheiro para financiar campanhas eleitorais, nada mais justifica a parcialidade, contra fatos não há argumento, desde o processo dos Pataxós Hã Hã Hãe, que a tendência tornou-se explícita.
Hoje, nesta XIV Caminhada dos Mártires Tupinambá, celebramos a nossa resistência lembrando diversos momentos que fomos perseguidos e massacrados: O ataque do Governador Geral Men de Sá, deixando 06 quilômetros de corpos de nossos antepassados estendidos nas praias do sul, a famosa Batalha dos Nadadores onde nossos parentes eram friamente assassinados dentro do mar, mas recentemente as perseguições, as calunias e assassinato de nossa liderança o Caboclo Marcelino que ousou lutar em defesa dos direitos de nosso povo. Nos dias de hoje não tem sido diferente, nossas lideranças sofrem prisões injustas, as nossas comunidades são caluniadas e agredidas, os nossos direitos são desrespeitados, muitos de nossos parentes tem sido assassinados. Mesmo diante de todas as perseguições, respeitando os nossos antepassados e as suas lutas, queremos reafirmar que estas Terras tem dono, SOMOS NÓS, O POVO TUPINAMBÁ.

Assinam Cacique e lideranças:

- Cacique Valdenilson Oliveira dos Santos
- Cacique Maria Valdelice Amaral de Jesus
- Cacique Alicio Amaral
- Cacique Ramon Souza Santos
- Cacique José Sinval Teixeira de Magalhães
- Cacique Gildo Silva Amaral
- Cacique Renildo Raimundo dos Santos
- Cacique Nerival Cunha dos Santos
- Cacique Luciano Silva de Jesus
- Cacique Rosivaldo Ferreira da Silva
- Cacique Mª Ivonete Amaral Souza
- Cacique Cleildo Nascimento de Souza
- Cacique Pascoal Pedro de Souza
- Cacique Mª Jesuína Barbosa dos Santos
- Cacique Rosevaldo de Jesus Carvalho
- Domingos Ferreira da Silva – Conselho de Anciãos
- Genilda Maria de Jesus – Conselho de Anciãos
- Nivalda Amaral - Conselho de Anciãos
- Nadia Batista da Silva – Movimento Unido dos Povos e Organizações Indígenas da Bahia


10º seminário O Negro e a Educação: Desconstruindo e Construindo Imagens



A diferença na educação se faz com atitudes,
 força de vontade e unidade.
Nosso 10º Seminário O Negro e a Educação: Desconstruindo e Construindo imagens, teve como tema gerador a educação e resistência negra na periferia. Tivemos a presença de palestrantes, oficineiros, alunos e um público muito interessado e participativo.
Nós do CIEJA-CL, acreditamos que desta forma proporcionamos uma mudança no olhar e nas atitudes contra o racismo no Brasil.

Colaboração : professor Luciano Braga

    Parceria com o PROVE UNIFESP


    Hoje , ficamos muitos contentes em conhecer a equipe de profissionais - psicólogos e psiquiatras do PROVE que, sob a coordenação do Dr. Marcelo Feijó de Mello, demonstraram muita vontade e competência para que juntos - PROVE, CIEJA e Casa do Zezinho, possamos desenvolver ações de prevenção sobre saúde mental e qualidade de vida.

    Conheçam um pouco sobre o Dr. Marcelo Feijó.

    Marcelo Feijó de Mello

    Foto MFeijo


    Marcelo Feijó de Mello, 51 anos nascido em São Paulo é atualmente professor adjunto do Departamento de Psiquiatria da Escola Paulista de Medicina da UNIFESP. Graduado em medicina pela Santa Casa de São Paulo em 1984, onde foi professor adjunto até 1998. Fez residência em Psiquiatria (1986-1987) no hospital do SERVIDOR Público Estadual, onde defendeu mestrado (1992) e doutorado (1995) sob a orientação do Professor Carol Sonenreich. Em 2002 fez novo doutorado em Psiquiatria na UNIFESP sob orientação do Prof. Jair Mari e um pós-doutorado em neurociências no departamento de transtornos do humor da Universidade de Brown (2002-2003). Área de pesquisa atual é diagnóstico, tratamento e neurobiologia do transtorno de estresse pós-traumático e da depressão. É pesquisador-bolsista do CNPq. Recebeu em 1996 prêmio da Associação Brasileira de Psiquiatria e em 2010 foi um dos empreendedores sociais do futuro, do Prêmio oferecido pela Schwab Foundation e grupo Folha de São Paulo Grupo. Atualmente é o investigador principal de 2 estudos patrocinados pela FAPESP nas áreas de Psicoterapia Interpessoal e violência e saúde mental. Idealizou e coordenou trabalhos humanitários com profissionais de saúde em pareceria com a Cruz Vermelha Internacional em áreas de Guerra e violência como de morros no RJ antes das pacificações e nas fronteiras da República Democrática do Congo e com a Fundação Casa do Zezinho e Rukha em regiões periféricas violentas da cidade de São Paulo. Foi autor e co-autor de mais de 90 artigos em periódicos com revisores independentes.



    O Instituto PROVE é uma entidade jurídica de direito privado se fins lucrativos que atende crianças, jovens e adultos que adoecem após um evento ou uma experiência de violência extrema. Seus recursos financeiros e técnicos provêm de parceiros e da UNIFESP, e são aplicados integralmente na consecução desse objetivo. Além disso, a instituição preza por uma extrema transparência administrativa, realizando a contratação de serviços de pessoas jurídicas e mantendo relatórios de acompanhamento de desempenho. O Instituto PROVE deu início às suas atividades na Vila Clementino, zona Sul de São Paulo, e atende hoje também em um posto avançado na região do Capão Redondo / Campo Limpo. Na cidade do Rio de Janeiro, o Instituto dá cursos e supervisiona profissionais do Programa Saúde da Família e funcionários da Secretaria de Educação.

    Parceria internacional

    Grupo de educadores da Dinamarca visitam o CIEJA Campo Limpo para discutirem educação de jovens e adultos.
    Foram momentos de ricas trocas e aprendizados.




    Nossos sinceros agradecimentos para a professora Débora pela disposição em dialogar no idioma alemão com alguns dos nossos visitantes.

    terça-feira, 30 de setembro de 2014

    Contagem regressiva...

    PREPARA!!!

    Projeto Expedições Especiais Urbanas está chegando.

    CIEJA Campo Limpo - Lugar de cantos, encantos, contos e encontros.









    E a primavera chegou!!!

    CIEJA CAMPO LIMPO 
     Lugar de cantos, encantos, contos e encontros . 



















    Inclusão se faz com união e ação.

    Reunião muito agradável na subprefeitura de Campo Limpo com amigos e profissionais competentes.

    Sérgio Roberto dos Santos - Subprefeito 
    Professor Billy Silva
    Marianne Pinotti - secretária - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida
    Eda Luiz - gestora do CIEJA Campo Limpo



    Secretária da Pessoa com Deficiência vai ao Campo Limpo para encontro com a população
    A população da região do Campo Limpo teve a oportunidade de dialogar com a secretária municipal e apresentar as principais necessidades em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência
    A população da região do Campo Limpo, zona sul, teve nesta terça-feira, 30 de setembro, a oportunidade de dialogar com a secretária municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marianne Pinotti, e apresentar as principais necessidades em acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência. O encontro aconteceu na Subprefeitura e fez parte do Gabinete Itinerante, cujo objetivo é aproximar a Prefeitura dos cidadãos.

    “Queremos sair da nossa caixinha, das nossas salas, para mostrar a todos o que a Prefeitura já vem fazendo nesses quase dois anos de gestão, mas principalmente, estamos aqui para ouvi-los”, informou a secretária Marianne. “Essa aproximação dos secretários municipais permite um relacionamento mais estreito entre os gabinetes e as reais demandas de cada território”, comentou o subprefeito do Campo Limpo, Sérgio Roberto do Santos.

    A secretária aproveitou a oportunidade para destacar a participação social nesta gestão, com uma série de audiências e consultas públicas sobre os assuntos mais importantes para a cidade e apresentou um diagnóstico com os principais equipamentos e serviços de proteção social que já existem no Campo Limpo.
    Tratando mais especificamente das ações destinadas às pessoas com deficiência, Marianne Pinotti detalhou sobre o Plano Municipal São Paulo Mais Inclusiva, que reúne 70 ações a serem executadas por 20 secretariais municipais até 2016. “Graças à adesão desta gestão ao Plano Nacional Viver Sem Limite, São Paulo pôde finalmente estruturar sua política pública para os cidadãos e cidadãs que possuem algum tipo de deficiência”. Entre as ações concretas que já estão acontecendo pela cidade, a secretária mencionou a Virada Esportiva de 2014, que contou, pela primeira vez, com uma Virada Paraesportiva com dezenas de modalidades adaptadas. Destacou ainda os concursos públicos da Guarda Civil Metropolitana, da Procuradoria Geral do Município, e da Secretaria de Saúde, que reservaram vagas para pessoas com deficiência. “Estamos avançando em diversas áreas, mas sabemos que os desafios ainda são enormes para termos uma cidade mais inclusiva. O importante é que estamos na direção correta e mudando uma cultura de exclusão”.

    Entre as demandas apresentadas pelas pessoas presentes ao encontro, as mais citadas foram a ampliação do Serviço Atende de transporte porta a porta para pessoas impossibilitadas de usarem a frota convencional, maior acessibilidade nos equipamentos de saúde e utilização dos espaços dos CEUs para a prática esportiva de pessoas com deficiência. Em resposta, a secretária citou o novo decreto que regula o Atende e publicado nesta terça-feira, que amplia o serviço para pessoas surdocegas e com autismo. Marianne Pinotti falou também sobre o compromisso da Secretaria Municipal de Saúde em garantir acessibilidade nas reformas e na construção dos novos equipamentos.

    O professor Billy, do CIEJA Campo Limpo (Centro de Educação Integrada de Jovens e Adultos), aproveitou a oportunidade para ANUNCIAR o trabalho que a equipe vem realizando com 285 estudantes com deficiência. “Fazemos um Café Terapêutico com os pais e familiares dos estudantes, atividades culturais e até uma balada temática inclusiva”, comentou. Em seguida, sugeriu que os CIEJAs utilizassem também os CEUs para a promoção de atividades complementares. A secretária se comprometeu a levar a sugestão à Secretaria de Educação.

    domingo, 28 de setembro de 2014

    Sobre Educação Integral

    Especialistas discutem os desafios do professor de escolas de Educação Integral
    Jéssica Moreira
    do Centro de Referências em Educação Integral
    Na Grécia Antiga, era na praça pública (ágora) que MESTRES como Sócrates e Platão se encontravam com seus discípulos para discutir política, cultura e ética. Alguns séculos depois, o papel exercido pela praça foi transferido para a instituição escolar, que, desde então, é vista como a principal fonte de saber e conhecimento. No século 21, o desafio é mostrar que tanto a praça quanto todo o restante da cidade podem ser espaços educativos e todas as pessoas que constroem tanto o espaço escolar como o o da comunidade são responsáveis pela educação de crianças e adolescentes.

    Foi nessa perspectiva, saindo do prédio escolar e caminhando pela comunidade do entorno, que Eda Luiz, diretora do Cieja Campo Limpo, na capital paulista, descobriu que os estudantes poderiam contar também com os movimentos sociais, ONGs e comerciantes da região nos processos de aprendizagem. A articulação da diretora fez a população se envolver mais com a escola e compartilhar seus conhecimentos. Mães viraram educadoras. Integrantes de movimentos sociais tornaram-se educadores. A Unidade de Saúde local virou fonte de conhecimento e os professores que já atuavam no colégio puderam ampliar suas atividades.

    Também nesse caminho, Severino “Billy” da Silva, que é professor de pessoas com deficiência no Cieja há mais de sete anos, entende que trabalhar em uma escola aberta à comunidade o ajudou a criar espaços de diálogo sobre inclusão com as famílias de seus estudantes. A prática cotidiana deu origem ao Café Terapêutico, em 2008. Atualmente, cerca de 70 pessoas participam todas as sextas-feiras do encontro, que vem fomentando o debate em toda a região sobre os direitos da pessoa com deficiência.
    Billy afirma que a Educação Integral, que gera articulações entre escola e comunidade, garante que o estudante seja visto como um sujeito de direitos. “Dentro da sua proposta de educação integral, o Cieja Campo Limpo me possibilitou usar toda a minha criatividade em prol do trabalho educativo. Me sinto livre para criar uma infinidade de ações junto com alunos, familiares, comunidade e parceiros, o que enriquece o meu fazer pedagógico e, consequentemente, amplia os horizontes de conhecimentos de todos os envolvidos no processo”.
    Na Grécia Antiga, era na praça pública (ágora) que mestres como Sócrates e Platão se encontravam...
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