quarta-feira, 9 de junho de 2021

O exercício da leitura de mundo: o extraclasse!

Uma das atividades mais significativas do CIEJA CL que todo educando e toda educanda tem contato é o extraclasse, com o objetivo de relacionar conhecimento entre teoria e prática, argumentar temas polêmicos, exercitar a leitura de mundo e o seu registro. Na pandemia as professoras Andressa e Juliana fizeram uma experiência com esta tarefa de maneira on-line e acreditem... na sexta-feira a noite!!!!


Parabéns comunidade CIEJA CL






Uma educação que transforma!!!



terça-feira, 8 de junho de 2021

Poesia para alimentar a alma!!!


Nesta terça-feira chuvosa,  recebemos calorosamente o Sarau do Binho com a turma de Liberdade  do período da tarde, obrigado pela participação!!!!







sexta-feira, 4 de junho de 2021

Olha o NOSSO livro aí povo!!!!!!!

Salve comunidade CIEJA CL!!!


É com imenso prazer, que  no centenário do educador Paulo Freire (1921/2021) divulgamos o NOSSO  LIVRO “CIEJAs na Cidade de São Paulo: Identidades, Culturas e Histórias”.

O material é o registro sobre o histórico dos dezesseis Centros Integrados de Educação de Jovens e Adultos da cidade!!!!

Se você fez parte da nossa história tralhando, visitando, estudando ou simplesmente admirando esse é o nosso presente, o registro,  MUITO OBRIGADO!!!!!!


Divulgue o máximo esse material para quem luta e defende o direito da EDUCAÇÂO DE JOVENS E ADULTOS 


Endereços eletrônicos especiais 


Reportagem no site da SME do  lançamento do livro: 

https://bit.ly/3igseWW




Imagens da live de lançamento do livro dos CIEJA's


Live oficial de lançamento do livro:

https://www.youtube.com/watch?v=yE5Y77ZIg6g




Endereço para baixar o livro: 

https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2021/05/MIOLO_CIEJAs-na-Cidade_Capa-e-miolo-WEB4009.pdf


Nosso blog:

http://blogdociejacampolimpo.blogspot.com/

Sarau do Binho VIVE!!!

 Na última semana tivemos a honra de realizar uma atividade com o Sarau do Binho de maneira virtual, e gostaríamos de agradecer o quanto foi gratificante esse processo que acabou sendo um homenagem/mulheragem às memórias afetivas de antes da pandemia que cada um teve no espaço do CIEJA CL.


Salve Sarau do Binho!!!!


Integrantes do Sarau do Binho em momento de abertura com o Coordenador Geral do CIEJA CL Diego Elias em uma mescla de presencial e remoto


Muitas lembranças, muita poesia




Uma lembrança de Tula Pilar, importante poetisa do Sarau do Binho e nossa Referência de ativismo cultural, negro e periférico!!!






Entrega dos TABLETS da PMSP

Em maio deste ano iniciamos a entrega dos Tablets para nossos educandos e educandas do CIEJA C. Tem sido um desafio tremendo pensar no direito a educação do jovem e do adulto na perspectiva da inclusão digital, todavia temos como princípio que todos devem ter o acesso e se comunicar com as professoras e o tablet deve ser entendido e utilizado para a garantia de acesso ao direito a educação.

Muito obrigado comunidade CIEJA CL, por mais dificuldades que se apresentam em nosso caminho, mostramos que juntos conseguimos vencer as adversidades e juntos vamos  colher o fruto de nos comunicar com segurança em meio a pandemia!!!!



Encontro remoto com a turma liberdade com as professora Diana e Elaine!!!!

Teste de sincronicidade do tablet com, celulares e computadores da turma acolhimento, 
com as professoras Marta e Geni.




Encontro para demonstrar a utilização dos tablets na turma acolhimento com os professores André e a  Professora Kelly


Encontro remoto com a turma Confiança com os professores Luiz Fernando e com a Professora Mayara

A defesa do papel dos gestores das escolas inovadoras, salve o CIEJA CL!

Mais um trabalho acadêmico defendido e tendo como protagonista o desenvolvimento das atividades do CIEJA CL. Nossa companheira Alcielle dos Santos pesquisou o papel do gestor dentro das perspectivas de desenvolvimento de nosso trabalho enquanto escola inovadora, assim como de outras escolas inovadoras. A defesa da tese de doutorado cujo título é O MOVIMENTO IDENTITÁRIO DE GESTORES DE ESCOLAS INOVADORAS DA CIDADE DE SÃO PAULO: INVESTIGAÇÃO E ENSINAMENTOS PARA A SUA FORMAÇÃO, foi orientada pela professora Doutora Vera Maria Nigro de Souza Placco, no  Programa de Pós Graduação "Educação: Psicologia da Educação" da Pontifícia Universidade Católica PUC/SP.



Nosso muito obrigado Alcielle




Imagem do momento da defesa realizada no dia 28/04/2021




Informações do Trabalho: 


SANTOS, Alcielle dos. O movimento identitário de gestores de escolas inovadoras da cidade de São Paulo: investigação e ensinamentos para a sua formação. 2021. 230p. Tese (Doutorado em Educação: Psicologia da Educação) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2021.



 RESUMO Mudanças significativas, ou mesmo transformações, no campo da Educação requerem diferentes dimensões de análise. Considera-se, nesta tese, a necessidade de se implementar novos desenhos de escolas, mais ajustadas às necessidades do século XXI. Esta pesquisa, portanto, teve como objetivo investigar e compreender o movimento identitário de gestores pedagógicos, considerando os demais atores da rede sociotécnica da escola e sua expansão dentro de territórios específicos. Esses gestores exerceram função de direção em três escolas inovadoras da cidade de São Paulo e foram estudados em termos da sua constituição (formação e profissionalidade) e dos processos de gestão de suas escolas. A polissemia do termo inovação é trazida desde a introdução, de forma a contextualizar a escolha pelo termo “inovação educativa”. A pesquisa adotou a abordagem qualitativa, como estudo que reuniu etapas de observação, observação participante e pesquisa-ação. O cenário de cada uma das escolas de atuação dos gestores foi detalhado a partir de pesquisa documental e observações de campo. Para estudo do movimento identitário dos gestores, além destas escolhas metodológicas, foram realizadas entrevistas semiestruturadas. O movimento identitário dos gestores foi abordado a partir de Dubar (2005; 2009), considerando-se também, Placco (2008; 2010). Como referenciais teóricos de análise, adotou-se ainda a Sociologia da Tradução, de Callon (1980) e Latour (2000) e o Pensamento Complexo de Morin (2013). As trajetórias de gestão de escolas foram consideradas segundo: gestão, currículo, metodologia, ambiente e intersetorialidade, critérios estabelecidos pela Iniciativa para Inovação e Criatividade, do Ministério da Educação, em 2015, abordada em diálogo com autores como Carbonell (2002), Singer (2017; 2018; 2019), Ghanem Júnior (2013) e Tavares (2019; 2020), que discutem a inovação educativa na escola. A análise dos dados, à luz dos referenciais teóricos, apresenta resposta à questão central: qual a relação entre inovação e movimento identitário dos gestores desses processos e o que a caracteriza? Como resultado, constatouse que a atuação dos gestores pedagógicos como tradutores da inovação foi fundamental para a constituição de redes sociotécnicas que tiveram suas escolas como referências. Observou-se grande potencial de expansão territorial, a partir da intersetorialidade com outros equipamentos sociais das áreas de educação, cultura, saúde e assistência social dos bairros onde se localizam, para que possam estimular outros processos de inovação educativa. Assim, considera-se fundamental a investigação de práticas consolidadas como de sucesso, do ponto de vista da gestão, como experiências que geram ensinamentos para outras redes. Por fim, propõe-se que essas realizações tenham o apoio de políticas públicas que, além de reconhecê-las como experiências inovadoras, aproveitem o potencial formativo e de liderança de seus gestores, como atores que traduziram diferentes lógicas para enunciados comuns, o que tornou possível a inovação em suas escolas. Palavras-chave: Gestão; Movimento identitário. Inovação educativa. Sociologia da Tradução. Pensamento complexo.

quinta-feira, 3 de junho de 2021

A defesa da inclusão do jovem e do adulto com deficiência no CIEJA CL

 É com imenso prazer que tornamos público a divulgação da defesa de mestrado no programa de Pós Graduação  em Educação, História, Política e Sociedade da Pontifícia Universidade Católica - PUC/SP de nossa educadora Kelly Almeida Santos, cujo título é "DEFICIÊNCIA E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ingresso e progressão de alunos do CIEJA-Campo Limpo, da Rede Municipal de Ensino de São Paulo" que foi realizada no dia 15/04/2021. 


Educadora no CIEJA CL desde o ano de 2017, Kelly Almeida Santos, se apaixonou por nossos educandos e se lançou na pós-graduação para nos auxiliar no tratamento da temática e na luta por uma verdadeira inclusão do jovem e do adulto com deficiência.... PARABÉNS!!!!!!!!!




A imagem dos parabéns direto da defesa!!!!!





                                        


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

o Nosso REENCONTRO

 

Salve comunidade CIEJA CL

 

                Sou Diego Elias Coordenador Geral, é com imenso prazer que envio essa mensagem para a nossa comunidade, pois a hora chegou....

                O ano de 2020 não foi fácil para ninguém, ficou marcado na história, mas como dissemos no começo do ano passado, enfrentamos a pandemia ombro a ombro e lado a lado.

2021 exigirá de nós uma rotina diferente em nosso espaço!

                Entro em contato para dizer que voltaremos as nossas atividades presenciais seguindo os protocolos da Organização Mundial da Saúde e a nossa intenção é explicar  como funcionará o nosso retorno.

                Os professores  entrarão em contato com vocês através de um novo grupo de whatsapp, com as turmas atualizadas, pois algumas turmas mudaram, assim  como alguns professores também.

                A cada dia das próximas duas semanas virão ao CIEJA CL uma turma por dia e para não dar confusão espere a mensagem do professor, pois o número de pessoas que será permitido em cada sala será controlado para que nosso acolhimento esteja à altura da qualidade CIEJA CL neste novo contexto.

                A permanência em nosso espaço será realizada mediante medição de temperatura e estar com máscara.

                Ao chegarem ao portão sigam as recomendações de nossos funcionários, que será para medir a temperatura, passar álcool em gel nas mãos, manter o distanciamento necessário das pessoas ao seu redor e caminhar para a  sala de aula.

                Todos os nossos alunos serão recebidos por diferentes professores, que não necessariamente serão pelos professores do ano passado, a intenção é que dentro das salas seja explicado os próximos passos do nosso recomeço.  

                Este momento exigirá paciência de todos nós e as dúvidas serão tiradas nos dias específicos de cada agrupamento e relembrando espere a mensagem do professor para saber o seu dia de retorno!!!!

Conto com a colaboração de vocês e saibam que NOSSA escola está mais bonita, mais verde esperando o NOSSO reencontro!

 

Abraços.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

 Em breve o CIEJA CL lançará um capítulo no livro: 


GESTÃO TRANSFORMADORA NA EDUCAÇÃO BÁSICA BRASILEIRA

 

ORGANIZADORES:

PAULO BLIKSTEIN (UNIVERSIDADE DE COLUMBIA, EUA)

ALEXANDRE SCHNEIDER (FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, BRASIL)

RICARDO HENRIQUES (INSTITUTO UNIBANCO, BRASIL)



Esse volume abordará a inovação em gestão educacional, destacando boas práticas e exemplos tanto em escolas como em sistemas educacionais. Entendemos gestão não somente como a administração dos diversos recursos presentes na escola, mas suas dimensões pedagógica, humana, tecnológica, social e do fortalecimento da relações entre escola e comunidade. Já a gestão transformadora é para nós caracterizada como um projeto inovador que efetivamente contribuiu para a permanência e melhoria da experiência e da aprendizagem dos estudantes. Exemplos de projetos de gestão incluem, por exemplo:

    • Mudanças organizacionais nas escolas.
    • Mudanças na organização e distribuição de tempos.
    • Alterações na estrutura curricular e/ou pedagógica.
    • Novas formas de organização do espaço e da arquitetura escolar.
    • Mudanças na organização ou gestão escolar que levam a mudanças de mentalidade e abordagem.
    • Mudanças na estruturação das relações entre escola e comunidade, ou alunos e professores.

O livro será composto por três seções:

    1. Experiências exitosas de gestão em secretarias nas esferas estaduais e municipais.
    2. Relato de práticas de gestão em escolas públicas e privadas (objeto dessa chamada de capítulos).
    3. Experiências internacionais em projetos de inovação.

Para a segunda seção estamos convidando escolas, gestores escolares e educadores brasileiros para submeterem propostas de capítulos relatando experiências exitosas de gestão transformadora. As propostas serão avaliadas pelos organizadores e os artigos selecionados serão publicados no livro.



Entrevista que será transformada em capítulo do livro


um projeto 



quarta-feira, 16 de dezembro de 2020

quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

CIEJAs na cidade de São Paulo - Identidades, Culturas e Histórias.

 É com imenso prazer que fazemos o convite para o lançamento do livro “CIEJA's na cidade de São Paulo: Identidades, Culturas e Histórias”.

Organizado pelo DIEJA/COPED/SME-SP este material é resultado da trajetória do Centro Integrado de Educação de Jovens e adultos na cidade de São Paulo. Hoje com 16 centros, este projeto dedicado a garantia ao direito a educação do público Jovem e Adulto é premiado nacional e internacionalmente como uma das maneiras inovadoras de pensar a educação como um todo!
Quer saber mais? “Chega junto!!!”
Data: 09/12/2020
Horário: 19h

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

Como podemos recriar a escola pós-pandemia: Programa que deu certo (CIEJA Campo Limpo) - Reportagem UOL

 

A vida é feita de idas e vindas, talvez para que possamos viver os desafios, as alegrias, os medos, os erros com novos olhares. Na década de 1990 vivíamos uma crise na educação de jovens e adultos, ou melhor, o maior número de abandono. Quase 65% dos jovens e adultos da cidade de São Paulo não completavam o Ensino Básico. Para tentar resolver essa crise surgiu o Centro Municipal de Ensino Supletivo (CEMES). Um curso apostilado, com eliminação de matérias e ensino a distância.

Ao final de dois anos percebemos que esse modelo não apresentava melhoras nas desistências. A partir de muito estudo, pesquisa e consulta a Lei de Diretrizes Básicas para Educação - LDB, surgiu outra proposta, a do Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos - CIEJA, no Capão Redondo, periferia da zona sul de São Paulo. Na época, o lugar era considerado um dos bairros mais violentos do mundo, segundo a ONU. Como estávamos em um lugar novo, com muitas referências de evasão e violência nas escolas, resolvemos que, para atrair os estudantes, precisávamos mudar as estratégias. Então, nós abrimos os portões, que seguem abertos até hoje.


Ler o texto na íntegra

Dona Eda - Sem professor ou carteira - Reportagem UOL


 O que é hoje o CIEJA Campo Limpo era centro Supletivo de Educação de Jovens e Adultos, mas percebemos em 1998 que essa escola não dava muito certo porque era através de apostilas, eliminação de matérias. Até tinha professor para tirar dúvidas, mas os estudantes por si só tinham que estudar as apostilas e fazer as provas. Estudar sozinho é muito difícil. Requer muita disciplina, muita compreensão, e as dúvidas não são tiradas — para mim, é na troca que você começa a refletir e aprender.

 

Em 2000, mudamos para CIEJA, Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos. Saímos no bairro em que estávamos na Vila das Belezas, perto de Santo Amaro, e fomos para o Capão Redondo, que tinha o maior índice de evasão escolar entre jovens e adultos, além de uma alta população imigrante com baixo grau de escolarização e, por isso, eram pessoas com dificuldade de ingressar no mercado de trabalho. Chegamos no lugar mais violento do mundo, na época, e percebemos que tínhamos que fazer uma educação diferente: escutar as pessoas que estavam fora das escolas.

 

Para nossa surpresa, pediram uma escola sem carteira, sem professor e sem disciplina.

 

Eu vou te explicar por que. Um jovem de 15 anos me falou que a carteira é a cela solitária: você é obrigado a ficar quieto, fazer o que mandam, não pode se mexer, nem fazer qualquer outra coisa; a escola já tem essa característica de prisão: as cores, o ambiente disciplinador. Os estudantes não queriam que os professores trouxessem o planejamento pronto, queriam ser ouvidos, ter suas necessidades entendidas. Sobre as disciplinas, disseram que quando bate os 45 minutos da aula é quando você começa a aprender, se envolver com o conteúdo e vem o sinal — um barulho horrível, o qual corta o pensamento, deixa as dúvidas para serem vistas dali 4 dias. Esses estudantes queriam educação de outras maneiras.

 

Eda Luiz tem 72 anos e acredita que todas as pessoas vêm à vida com uma missão. "Tenho a felicidade de ter conseguido ser aquilo que eu sempre desejei ser. Educar é a minha missão; acredito demais na escola pública de qualidade para todos, como um direito", reflete ao final da nossa conversa. Eda gosta de ouvir samba-rock e educar para tornar as pessoas livres, visíveis e munidas de autoestima. Afinal, a partir do seu trabalho com a alfabetização de adultos, ela concluiu que, infelizmente, os analfabetos são invisíveis no mundo letrado, um preconceito que passa pelo não reconhecimento dos saberes de cada um e causa dano emocional, psicológico, um constante sentimento de não-pertencimento aliado a um vácuo identitário, da percepção de si como relevante na sociedade, como cidadão.


Ler reportagem na íntegra












quarta-feira, 25 de novembro de 2020

CIEJA CL no portal CENPEC

 






Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Campo Limpo – São Paulo (SP)


“Que bom que você está aqui” é a frase que cumprimenta quem chega no casarão cheio de grafite e árvores que abriga o Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (Cieja) Campo Limpo, na periferia sul da capital paulista.

 

O prédio já é um indício do modelo de educação praticado nesta instituição, que existe há 22 anos e foi inspirado no Movimento de Alfabetização de Jovens e Adultos (MOVA), criado por Paulo Freire.

 

Referência em inclusão e diversidade, o Cieja Campo Limpo tem uma grade curricular diferenciada, com 2h15 de encontros diários (como são chamadas as aulas por lá) para os(as) 1.547 educandos(as), que podem realizá-los de manhã, à tarde ou à noite – tudo construído de forma coletiva, com a participação da comunidade escolar.

 

Imagem de Diego Elias Santana Duarte, coordenador-geral do Cieja Campo Limpo.


É nesse processo de ouvir a comunidade e abrir a escola que está a potência do Cieja. Nosso projeto político pedagógico olha pra realidade e não comunga com as injustiças sociais. Quem são esses alunos de EJA? Mulheres, em sua maioria negras; a população nordestina. Por que elas estão tendo acesso a este instrumento de mudança social, que é a educação, muito mais tarde do que deveriam?

 

Diego Elias Santana Duarte, coordenador-geral do Cieja Campo Limpo

Há 17 anos, a instituição realiza o Seminário Étnico-racial, que consiste em uma série de ações, realizadas ao longo do ano, que objetivam a discussão racial, e que são concretizadas em oficinas, bate papos, saídas culturais, palestras de convidados(as) especiais etc.

 

Os professores e as professoras também se organizam em comissões, que são grupos de pesquisa que desenvolvem diferentes temáticas, como de gênero, étnico-racial, inclusão etc. As atividades de formação de docentes são muitas vezes abertas à comunidade e também profissionais de apoio – como a visita ao quilombo do Ivaporunduva, no Vale do Ribeira, que aconteceu no ano passado.

 

Imagem da visita de educadores e educadoras ao quilombo do Ivaporunduva, no Vale do Ribeira.

Visita de educadores e educadoras ao quilombo do Ivaporunduva, no Vale do Ribeira

Para Diego Duarte, a chave de uma escola antirracista está na priorização de um projeto que veja a educação como um processo civilizatório, que deve ser garantido a todos e todas.

 

“Por que a nossa preocupação está voltada para os números, para a burocracia, a documentação? Todas as pessoas nascem com o mesmo potencial intrínseco, mas por questões econômicas, políticas, raciais, de gênero, elas são jogadas para mão-de-obra. Imagina se temos um processo educacional que tem essa visão holística, quantos cientistas não teríamos nas favelas?”, diz.

 

Confira dica de materiais sobre cultura e educação étnico-racial para formação docente

 

Gestão educacional: quando um projeto vira política pública


ir para o portal CENPEC

quarta-feira, 11 de novembro de 2020

 





Apresentação de Pesquisa sobre o CIEJA CL - Alcielle dos Santos
Doutoranda em Psicologia da Educação pela PUC/SP. Mestre em Educação também pela PUC/SP. PEDAGOGA, também graduada em DIREITO e ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS . É presidente da cooperativa de professores Cipó Educação e atua como consultora, formadora de equipes de gestores educacionais e professores e militante do movimento de Economia Solidária na Baixada Santista.

Segue link da atividade



terça-feira, 10 de novembro de 2020

Divulgando

 




Divulgando.

 


Divulgando

 


Da série : Belezas e sutilezas do CIEJA.

 


Colaboração: Diego Elias

Curso grátis - Antirracismo e a Defesa de Direitos.

 


Divulgando : O Brasil que lê.

 















Eleições 2020.

 


Divulgando: Festa Virtual do Livro

https://paineira.usp.br/festadolivro/


 

Divulgando : Semana Dandara

 

A Semana Dandara aconteceu na escola EMEF prof. Luiz David Sobrinho pela primeira vez em 2018, trazendo colegas professores de outras escolas, militantes e artistas que discutiram relações étnico raciais, como orienta a Lei 10.693/03, valorizando a arte e 
cultura afro brasileira e combatendo preconceitos. 

Os professores da escola também promoveram pesquisas, confecção de bonecas abayomi e criação de cartazes. Vejam registro no site: gg.gg/semanadandara2018.

 Em 2019 aconteceu a segunda edição desse evento, dessa vez na própria semana do Dia da Consciência Negra e Dia de Zumbi 20 de Novembro, contando também com convidados ilustres. 

Agora em 2020, por causa da Pandemia COVID19, pela primeira vez as atividades serão a distância, cada um em sua casa. No período de 23 a 27 de Novembro. Alguns convidados já confirmados: diretores Francisco Inacio, Cibele Racy, profs. Yona Santos, Tatiana Cardoso, Sergio Araujo, cantora Aryani, Suêrda Deboa, Carolina Iara.

Os colegas que quiserem podem somar nas atividades e convidamos todas e todos a prestigiarem pelo FACEBOOK da escola e pelo canal Youtube Estúdio Educom. 

Sigam e Curtam: fb.me/escolaluizdavid Divulguem! e Participem! Dúvidas pelo email educom@escolaluizdavid.com T: (11)39411994