sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Solidariedade Animal na Escola: Professor Billy concorre ao prêmio com projeto rea...
Solidariedade Animal na Escola: Professor Billy concorre ao prêmio com projeto rea...: 2014 Projeto SAE Solidariedade Animal na Escola Uma proposta de Educação Humanitária Vamos torcer!!!
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Volta ao mundo em 13 escolas
Amigos...vale a pena ler e se inspirar.
No Brasil o CIEJA está entre as 4 escolas selecionadas.
Boa leitura.
Baixe gratuitamente a versão completa do Volta ao mundo em 13 escolas!
http://educ-acao.com/baixe-gratuitamente-o-livro/
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quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Vizinhos e parceiros
Êda Luiz e professor Billy em conversa com os alunos da Escola Lídia Camacho, agradecem pelo empenho na campanha de arrecadação de produtos que foram doados ao CIEJA Campo Limpo.
Agradecemos também pela iniciativa dos colegas educadores.
Juntos, podemos fazer a diferença.
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Livro: Volta ao mundo em 13 escolas
Coletivo Educ-ação
André Gravatá, Camila Piza ,Carla Mayumi e Eduardo Shimahara
Embarque ...
1ª parada
terça-feira, 15 de outubro de 2013
Homenagem especial para uma educadora especial
Uma homenagem mega especial neste dia para a Gestora Êda Luiz do CIEJA Campo Limpo.
Garra, determinação, disposição, alegria, encanto, amizade, companheirismo, profissionalismo, força, ambição, são apenas alguns dos temperos que utiliza no seu fazer diário.
Uma professora que ama o que faz e claro, faz muito bem feito.
Sempre disposta a discutir, inovar, criar e ousar.
Me espelho em você minha amiga.
Tenho aprendido muito e quero aprender muito mais.
Êda Luiz - CIEJA Campo Limpo - Lugar de cantos , encantos, contos e encontros.
Em nome dos alunos do CIEJA Campo Limpo e de todos os parceiros,
PARABÉNS!!!
domingo, 13 de outubro de 2013
Nosso 1º encontro foi um sucesso !!!
Foram momentos de grande aprendizado com a participação das Dras. Patrícia e Marina.
Sorteio de cobertores para nossos amigos pets e amostra de ração.
Agradecemos a presença de todos .
Vamos juntos batalhar pela instalação do hospital veterinário público na zona sul .
Vejam fotos do nosso encontro
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Vale a pena "Ler de novo" .
PRÓXIMA PARADA: CIEJA CAMPO LIMPO
Hoje começa uma nova semana de pesquisas em campo, numa escola em São Paulo chamada Cieja Campo Limpo, localizada no bairro do Capão Redondo. Já visitamos o espaço duas vezes, nas quais ouvimos histórias incríveis, como a da dona Eda, a diretora do Cieja.
Abaixo, reproduzo um trecho de uma matéria, escrita por mim para a última edição da Vida Simples do ano passado, sobre a diretora da escola:
“Conhecimento te dá poder”, diz Êda Luiz, numa conversa realizada dentro de uma sala onde a todo momento pessoas batiam na porta e já entravam. Sua sala é um cômodo que não impede a entrada de ninguém, a porta está sempre aberta. No meio da conversa, aparece uma professora: “Oi, dona Êda, na escola em que trabalho, experimentamos uma das ideias que são desenvolvidas aqui, deu muito certo”. As pessoas falam com dona Êda como se ela fosse não apenas a diretora, mas também uma grande mãe, que cumprimenta com um abraço apertado.O Cieja é um projeto da prefeitura, uma escola voltada para jovens e adultos que querem voltar aos estudos. Dona Êda transformou o Cieja do Campo Limpo em um lugar ainda mais especial, em que o aprendizado é percebido e experimentado dentro e fora das aulas. Há mulheres que até hoje frequentam as aulas sem contar aos maridos, porque sabem que, caso eles descubram, talvez elas sejam obrigadas a voltar para casa emtempo integral. A evasão de estudantes ainda é um problema, mas dona Êda enfatiza que muitos voltam depois de deixar a escola – saem, geralmente, porque encontram empregos e não por não gostar da proposta.
Brasileiros fazem volta ao mundo para conhecer escolas de 9 países.
0/08/2013 07h00 - Atualizado em 10/08/2013 07h00
Grupo conheceu escolas do Brasil, Índia, Indonésia e Suécia, entre outros.
Resultado do projeto será publicado em livro a ser lançado em outubro.
Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
A viagem de quatro brasileiros em centros de aprendizagem de nove países rendeu o livro “Volta ao mundo em 13 escolas.” A publicação de 260 páginas será lançada em outubro e distribuída para colaboradores, professores e estudantes de pedagogia, com o objetivo de “alargar horizontes”, como define o jornalista André Gravatá, de 23 anos, o caçula do grupo, usando uma expressão do escritor Manoel de Barros. Uma versão gratuita será disponibilizada na internet.
saiba mais
Para seguir na jornada que durou um ano – de junho de 2012 a junho de 2013 – a empresária Carla Mayumi, de 43 anos, a psicóloga Camila Piza, de 32, o pesquisador Eduardo Shimahara, de 40, além de Gravatá, fizeram uma ampla pesquisa com educadores. A ideia era pinçar experiências inovadoras em escolas pelo mundo. Na verdade, o quarteto não optou exatamente por escolas no modelo convencional, e sim, centros de aprendizagem públicos ou particulares que atendessem alunos desde educação básica e ensino superior, até atividades no contraturno escolar. O critério foi a diversidade.
Não queríamos mostrar experiências de uma escola só por causa do resultado de uma avaliação, por exemplo. A educação pode ser transformada com a diversidade. Estamos em 2013 não é possível chegarmos a um modelo único de educação"
André Gravatá, jornalista, de 23 anos
Os quatro se dividiram nas visitas pela Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Suécia, Inglaterra, Espanha, Indonésia e Índia. No Brasil, foram escolhidos três exemplos em São Paulo e um em Minas Gerais. Em São Paulo estão o projeto de educação para jovens e adultos da Prefeitura de São Paulo, o Cieja Campo Limpo; a escola da rede municipal Desembargador Amorim Lima; e a escola Politeia, da rede particular de ensino. De Minas Gerais, foi contada a experiência do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) que atende estudantes no contraturno escolar.
O Cieja Campo Limpo atende cerca de 1.500 alunos de todas as idades – há até idosos. As aulas mesclam disciplinas, sempre com dois professores em sala - matemática se mistura com artes, e geografia com história. Os alunos não são divididos por séries, mas sim, em quatro módulos que correspondem ao ensino fundamental completo.
A essência do CPCD nasceu quando o educador Tião Rocha, segundo Gravatá, perguntou à comunidade: “é possível fazer educação sem escola?” “A partir daí, surgiram diversos projetos educativos. Há um projeto que incentiva comunidades inteiras a perceberem que todos são educadores, realizando mutirões que transformam a casa das pessoas por meio da pintura das cisternas, instalação de banheiros secos e até da plantação de frutas e legumes com uma técnica sustentável, sem o uso de agrotóxicos.”
(Foto: Divulgação)
A escola municipal Desembargador Amorim Lima criou um processo de estudos centrado em grupos e na autonomia individual. Os alunos passam a maior parte do tempo em amplos salões, onde exploram os temas de "roteiros de aprendizagem" - a escolha dos assuntos do roteiro que serão estudados é do próprio aluno. Na Politeia, os alunos também trabalham por meio de projetos, a partir de temas que os interessam. As assembleias representam outro elemento essencial da escola, possibilitam que as regras sejam construídas coletivamente.
Games, pizza e cacau
Fora do país, o grupo passou por desde escolas em Nova York que usam games para ensinar, a 'Quest to Learn'; por colégios na Suécia que oferecem um computador de última geração para cada aluno, o 'YIP', até escolas na Argentina que substituem as reuniões de pais por um mutirão para montar pizzas que depois são vendidas para arrecadar dinheiro para a escola, como as 'Escuelas Experimentales.'
Fora do país, o grupo passou por desde escolas em Nova York que usam games para ensinar, a 'Quest to Learn'; por colégios na Suécia que oferecem um computador de última geração para cada aluno, o 'YIP', até escolas na Argentina que substituem as reuniões de pais por um mutirão para montar pizzas que depois são vendidas para arrecadar dinheiro para a escola, como as 'Escuelas Experimentales.'
“Não queríamos mostrar experiências de uma escola só por causa do resultado de uma avaliação, por exemplo. A educação pode ser transformada com a diversidade. Estamos em 2013 não é possível chegarmos a um modelo único de educação”, diz Gravatá.
As escolas [da Índia e Indonésia] são particulares, mas não têm grandes recursos, só aplicam metodologias diferentes. É o conceito da microrevolução, do ‘eu vou fazer minha parte.’ O professor insatisfeito buscar uma prática diferente, é possível, através das pequenas práticas, mudar muita coisa"
Carla Mayumi, empresária, de 43 anos
Na África do Sul, os brasileiros viram uma escola que oferece cursos de mestrado e doutorado ligados à sustentabilidade, a 'Sustainability Institute'. Na Espanha, a experiência foi com empreendedorismo da 'Team Academy'. No curso, de ensino superior, os alunos trabalham com clientes reais, têm de abrir uma empresa na primeira semana de aula, e há uma rotatividade de funções nos grupos.
Riverside School, da Índia, as crianças aprendem por temas. Quando a instituição recebeu a visita dos brasileiros, o tema da lição era o cacau. Os alunos aprenderam a fazer chocolate, durante a receita cada um teve de incluir um ingrediente que tivesse relação com a sua personalidade, depois aprenderam a história do doce e organizariam uma feira para vender o produto na comunidade. “O dinheiro da venda seria investido em uma ONG. Os alunos da Riverside iriam visitar essa instituição depois. É uma forma de conexão com a realidade”, afirma Gravatá.
Na Indonésia, a experiência foi com a Green School que recebe alunos do ensino fundamental e médio com uma das missões de trabalhar o lado sensorial das crianças. “O professor disse que o grande objetivo dele era de que os alunos olhassem para a natureza e dissessem ‘uau’. A abordagem da escola tenta mostrar o encantamento que está no mundo”, diz Gravatá.
‘Aproveitar o mundo lá fora’
A empresária Carla Mayumi esteve na Índia e na Indonésia. Carla trabalha com pesquisas é mãe de dois filhos – um de 19 e outra de 4 – e entrou no projeto porque queria entender sistemas de educação que dão certo e “sair da zona de conforto e aceita que não se confia mais em determinado modelo”. “Como lidar e falar com as crianças, a abordagem para ensinar foi uma lição em si. O que eu vi foram crianças felizes de estar na escola, tinham brilho no olho.”
A empresária Carla Mayumi esteve na Índia e na Indonésia. Carla trabalha com pesquisas é mãe de dois filhos – um de 19 e outra de 4 – e entrou no projeto porque queria entender sistemas de educação que dão certo e “sair da zona de conforto e aceita que não se confia mais em determinado modelo”. “Como lidar e falar com as crianças, a abordagem para ensinar foi uma lição em si. O que eu vi foram crianças felizes de estar na escola, tinham brilho no olho.”
Carla diz que as duas escolas aproveitam o “mundo lá fora” no ensino. “Há uma coisa forte para o olhar humano, interpessoal. Na Green School, os alunos foram conhecer o ambiente rural, o agricultor que plantasse algo que fica próximo à escola. Também convidavam as pessoas para ir à escola, não como um exemplo, mas para fazer com que vire uma relação mais cotidiana com o aprendizado.”
Os professores da Riverside, segundo a brasileira, vão até a casa dos alunos conversam com os pais. “Os pais adoravam porque quebra uma hierarquia, uma barreira que há com a escola. As escolas são particulares, mas não têm grandes recursos, só aplicam metodologias diferentes. É o conceito da microrevolução, do ‘eu vou fazer minha parte.’ O professor insatisfeito buscar uma prática diferente, é possível, através das pequenas práticas, mudar muita coisa.”
Financiamento
Para financiar a empreitada, o grupo participou de um crowdfunding (campanha na internet), onde conseguiu o montante de R$ 56 mil reais, com doações de 566 pessoas. A Fundação Telefonica também patrocina o projeto que não tem fins lucrativos.
Para financiar a empreitada, o grupo participou de um crowdfunding (campanha na internet), onde conseguiu o montante de R$ 56 mil reais, com doações de 566 pessoas. A Fundação Telefonica também patrocina o projeto que não tem fins lucrativos.
“Vai ser um livro para pais inquietos, jovens curiosos e educadores empreendedores. É possível fazer uma educação diferente e ser inspirados por pessoas comprometidas. Vimos muita gente apaixonada, que trabalha com brilho nos olhos”, afirma Gravatá.
A proposta do livro não é de trazer modelos para que o Brasil copie, e sim, se inspire. O grupo também teve a preocupação de relatar os problemas das escolas. “Não queremos mostrar os 13 paraísos na terra, falamos das imperfeições também. Os erros são assumidos como parte do processo.”
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