domingo, 13 de outubro de 2013

Nosso 1º encontro foi um sucesso !!!

Foram momentos de grande aprendizado com a participação das Dras. Patrícia e Marina. Sorteio de cobertores para nossos amigos pets e amostra de ração. Agradecemos a presença de todos . Vamos juntos batalhar pela instalação do hospital veterinário público na zona sul . Vejam fotos do nosso encontro

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Livro "Volta ao Mundo em 12 Escolas"

Vale a pena "Ler de novo" .

PRÓXIMA PARADA: CIEJA CAMPO LIMPO

donaeda
Hoje começa uma nova semana de pesquisas em campo, numa escola em São Paulo chamada Cieja Campo Limpo, localizada no bairro do Capão Redondo. Já visitamos o espaço duas vezes, nas quais ouvimos histórias incríveis, como a da dona Eda, a diretora do Cieja.
Abaixo, reproduzo um trecho de uma matéria, escrita por mim para a última edição da Vida Simples do ano passado, sobre a diretora da escola:
“Conhecimento te dá poder”, diz Êda Luiz, numa conversa realizada dentro de uma sala onde a todo momento pessoas batiam na porta e já entravam. Sua sala é um cômodo que não impede a entrada de ninguém, a porta está sempre aberta. No meio da conversa, aparece uma professora: “Oi, dona Êda, na escola em que trabalho, experimentamos uma das ideias que são desenvolvidas aqui, deu muito certo”. As pessoas falam com dona Êda como se ela fosse não apenas a diretora, mas também uma grande mãe, que cumprimenta com um abraço apertado.
O Cieja é um projeto da prefeitura, uma escola voltada para jovens e adultos que querem voltar aos estudos. Dona Êda transformou o Cieja do Campo Limpo em um lugar ainda mais especial, em que o aprendizado é percebido e experimentado dentro e fora das aulas. Há mulheres que até hoje frequentam as aulas sem contar aos maridos, porque sabem que, caso eles descubram, talvez elas sejam obrigadas a voltar para casa emtempo integral. A evasão de estudantes ainda é um problema, mas dona Êda enfatiza que muitos voltam depois de deixar a escola – saem, geralmente, porque encontram empregos e não por não gostar da proposta.

Brasileiros fazem volta ao mundo para conhecer escolas de 9 países.

0/08/2013 07h00 - Atualizado em 10/08/2013 07h00

 


Grupo conheceu escolas do Brasil, Índia, Indonésia e Suécia, entre outros. 
Resultado do projeto será publicado em livro a ser lançado em outubro.

Vanessa FajardoDo G1, em São Paulo
Escola da Índia, Riverside (Foto: Divulgação)Crianças senadas ouvem a professora em escola Riverside da Índia (Foto: Divulgação)
A viagem de quatro brasileiros em centros de aprendizagem de nove países rendeu o livro “Volta ao mundo em 13 escolas.” A publicação de 260 páginas será lançada em outubro e distribuída para colaboradores, professores e estudantes de pedagogia, com o objetivo de “alargar horizontes”, como define o jornalista André Gravatá, de 23 anos, o caçula do grupo, usando uma expressão do escritor Manoel de Barros. Uma versão gratuita será disponibilizada na internet.
Para seguir na jornada que durou um ano – de junho de 2012 a junho de 2013 – a empresária Carla Mayumi, de 43 anos, a psicóloga Camila Piza, de 32, o pesquisador Eduardo Shimahara, de 40, além de Gravatá, fizeram uma ampla pesquisa com educadores. A ideia era pinçar experiências inovadoras em escolas pelo mundo. Na verdade, o quarteto não optou exatamente por escolas no modelo convencional, e sim, centros de aprendizagem públicos ou particulares que atendessem alunos desde educação básica e ensino superior, até atividades no contraturno escolar. O critério foi a diversidade.
Não queríamos mostrar experiências de uma escola só por causa do resultado de uma avaliação, por exemplo. A educação pode ser transformada com a diversidade. Estamos em 2013 não é possível chegarmos a um modelo único de educação"
André Gravatá, jornalista, de 23 anos
Os quatro se dividiram nas visitas pela Argentina, Estados Unidos, África do Sul, Suécia, Inglaterra, Espanha, Indonésia e Índia. No Brasil, foram escolhidos três exemplos em São Paulo e um em Minas Gerais. Em São Paulo estão o projeto de educação para jovens e adultos da Prefeitura de São Paulo, o Cieja Campo Limpo; a escola da rede municipal Desembargador Amorim Lima; e a escola Politeia, da rede particular de ensino. De Minas Gerais, foi contada a experiência do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD) que atende estudantes no contraturno escolar.
O Cieja Campo Limpo atende cerca de 1.500 alunos de todas as idades – há até idosos. As aulas mesclam disciplinas, sempre com dois professores em sala - matemática se mistura com artes, e geografia com história. Os alunos não são divididos por séries, mas sim, em quatro módulos que correspondem ao ensino fundamental completo.
A essência do CPCD nasceu quando o educador Tião Rocha, segundo Gravatá, perguntou à comunidade: “é possível fazer educação sem escola?” “A partir daí, surgiram diversos projetos educativos. Há um projeto que incentiva comunidades inteiras a perceberem que todos são educadores, realizando mutirões que transformam a casa das pessoas por meio da pintura das cisternas, instalação de banheiros secos e até da plantação de frutas e legumes com uma técnica sustentável, sem o uso de agrotóxicos.”
Amorim Lima, em São Paulo  (Foto: Divulgação)Escola Municipal Amorim Lima, em São Paulo
(Foto: Divulgação)
A escola municipal Desembargador Amorim Lima criou um processo de estudos centrado em grupos e na autonomia individual. Os alunos passam a maior parte do tempo em amplos salões, onde exploram os temas de "roteiros de aprendizagem" - a escolha dos assuntos do roteiro que serão estudados é do próprio aluno. Na Politeia, os alunos também trabalham por meio de projetos, a partir de temas que os interessam. As assembleias representam outro elemento essencial da escola, possibilitam que as regras sejam construídas coletivamente.
Games, pizza e cacau
Fora do país, o grupo passou por desde escolas em Nova York que usam games para ensinar, a 'Quest to Learn'; por colégios na Suécia que oferecem um computador de última geração para cada aluno, o 'YIP', até escolas na Argentina que substituem as reuniões de pais por um mutirão para montar pizzas que depois são vendidas para arrecadar dinheiro para a escola, como as 'Escuelas Experimentales.'
“Não queríamos mostrar experiências de uma escola só por causa do resultado de uma avaliação, por exemplo. A educação pode ser transformada com a diversidade. Estamos em 2013 não é possível chegarmos a um modelo único de educação”, diz Gravatá.
As escolas [da Índia e Indonésia] são particulares, mas não têm grandes recursos, só aplicam metodologias diferentes. É o conceito da microrevolução, do ‘eu vou fazer minha parte.’ O professor insatisfeito buscar uma prática diferente, é possível, através das pequenas práticas, mudar muita coisa"
Carla Mayumi, empresária, de 43 anos
Na África do Sul, os brasileiros viram uma escola que oferece cursos de mestrado e doutorado ligados à sustentabilidade, a 'Sustainability Institute'. Na Espanha, a experiência foi com empreendedorismo da 'Team Academy'. No curso, de ensino superior, os alunos trabalham com clientes reais, têm de abrir uma empresa na primeira semana de aula, e há uma rotatividade de funções nos grupos.
Riverside School, da Índia, as crianças aprendem por temas. Quando a instituição recebeu a visita dos brasileiros, o tema da lição era o cacau. Os alunos aprenderam a fazer chocolate, durante a receita cada um teve de incluir um ingrediente que tivesse relação com a sua personalidade, depois aprenderam a história do doce e organizariam uma feira para vender o produto na comunidade. “O dinheiro da venda seria investido em uma ONG. Os alunos da Riverside iriam visitar essa instituição depois. É uma forma de conexão com a realidade”, afirma Gravatá.
Na Indonésia, a experiência foi com a Green School que recebe alunos do ensino fundamental e médio com uma das missões de trabalhar o lado sensorial das crianças. “O professor disse que o grande objetivo dele era de que os alunos olhassem para a natureza e dissessem ‘uau’. A abordagem da escola tenta mostrar o encantamento que está no mundo”, diz Gravatá.
Escola Indonésia, Green School (Foto: Divulgação)Escola Indonésia, Green School (Foto: Divulgação)
‘Aproveitar o mundo lá fora’
A empresária Carla Mayumi esteve na Índia e na Indonésia. Carla trabalha com pesquisas é mãe de dois filhos – um de 19 e outra de 4 – e entrou no projeto porque queria entender sistemas de educação que dão certo e “sair da zona de conforto e aceita que não se confia mais em determinado modelo”. “Como lidar e falar com as crianças, a abordagem para ensinar foi uma lição em si. O que eu vi foram crianças felizes de estar na escola, tinham brilho no olho.”
Carla diz que as duas escolas aproveitam o “mundo lá fora” no ensino. “Há uma coisa forte para o olhar humano, interpessoal. Na Green School, os alunos foram conhecer o ambiente rural, o agricultor que plantasse algo que fica próximo à escola. Também convidavam as pessoas para ir à escola, não como um exemplo, mas para fazer com que vire uma relação mais cotidiana com o aprendizado.”
Os professores da Riverside, segundo a brasileira, vão até a casa dos alunos conversam com os pais. “Os pais adoravam porque quebra uma hierarquia, uma barreira que há com a escola. As escolas são particulares, mas não têm grandes recursos, só aplicam metodologias diferentes. É o conceito da microrevolução, do ‘eu vou fazer minha parte.’ O professor insatisfeito buscar uma prática diferente, é possível, através das pequenas práticas, mudar muita coisa.”
Financiamento
Para financiar a empreitada, o grupo participou de um crowdfunding (campanha na internet), onde conseguiu o montante de R$ 56 mil reais, com doações de 566 pessoas. A Fundação Telefonica também patrocina o projeto que não tem fins lucrativos.
“Vai ser um livro para pais inquietos, jovens curiosos e educadores empreendedores. É possível fazer uma educação diferente e ser inspirados por pessoas comprometidas. Vimos muita gente apaixonada, que trabalha com brilho nos olhos”, afirma Gravatá.
A proposta do livro não é de trazer modelos para que o Brasil copie, e sim, se inspire. O grupo também teve a preocupação de relatar os problemas das escolas. “Não queremos mostrar os 13 paraísos na terra, falamos das imperfeições também. Os erros são assumidos como parte do processo.”
CPCD de Minas Gerais (Foto: Divulgação)Alunos reunidos para aula na escola do CPCD de Minas Gerais (Foto: Divulgação)

Solidariedade Animal

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Cursos EAD Senar

Direitos Humanos

V Fórum Social Sul

VEM AÍ O V FÓRUM SOCIAL SUL

O QUE?
Desde 2004 a comunidade, os movimentos sociais, religiosos, estudantes e  interessados tem realizado um encontro do qual denominamos Fórum Social Sul sediado no Jardim Angela, zona sul de Sâo Paulo. Ele nasceu a exemplo do Fórum Social Mundial  reafirmando que “Um outro mundo é possível!”.
                Neste cenário globalizado, nós, representantes da sociedade civil da região Sul de São Paulo,  temos um papel importante e responsavelmente propomos um espaço de encontro, que articule movimentos e entidades, para neste ano pensar a “Cidade que temos e a cidade que queremos” debruçando em ações que possam trazer melhorias para a educação, saúde, juventude, segurança pública, cultura, meio ambiente  e mobilidade urbana.

COMO  E QUANDO?
Para este ano estamos organizando que o fórum aconteça de forma descentralizada, ou seja, se agosto a outubro, os grupos se organizem sobre as políticas públicas acima para pensar, por exemplo, a saúde que temos e a cidade que queremos, daí levantam propostas para ser entregues aos secretários de cada pasta em dias próximos ao dias de fechamento do fórum e exijam também alguma forma de encaminhamento do gestor. Na caminhada pela vida e pela paz uniremos todas as propostas num documento único e entregamos ao prefeito Fernando Hadad num ato simbólico. Daí o encerramento está sendo pensado como momentos de formação e oficinas diversas (em locais diversos mas em sintonia com o fórum)  para os participantes da seguinte forma:

30 DE OUTUBRO
Aniversário da Morte de Santo Dias. Abertura com a Mística dos Mártires a noite

31 DE OUTUBRO:
9h às 12h: PLENÁRIA ABERTA SOBRE O MAPA DA EXLUSÃO SOCIAL DA CIDADE DE SÃO PAULO
“ SOCIEDADE GLOBALIZADA”  trazendo a reflexo de que mundo é este que vivemos, que pais e este e que cidade é está?”

13h às 18h – Espaço aberto para oficinas diversas em locais diversos
16h às 18h – Da Sociedade Globalizada para uma sociedade humanizada.

18h às 21h – Noite Cultural com Apresentações Culturais.


01 de NOVEMBRO:

9h às 12h  -PLENÁRIA ABERTA COM CONVIDADO ESPECIAL PARA DISCUTIR SOBRE O TEMA D FÉ E POLÍTICA 2013:
“A cidade do bem viver, na partilha e no  poder.”


13h às 18h – Espaço aberto para oficinas diversas em locais diversos

18h às 21h – Noite Cultural com Apresentações Culturais.

02 de NOVEMBRO – 18º Caminhada pela Vida e pela Vida e pela Paz

Quer ganhar uma coleção de livros infantis ???

Acessem:

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Projeto SAE - Solidariedade Animal na escola - Uma proposta de educação humanitária

Recebemos no dia 28.09.13 - sábado, equipe de amigos/ parceiros do CCZ de Embu das Artes que, participaram da formação do PVBB - Para Viver de Bem com os Bichos, programa educativo do CCZ de SP- com a amiga e educadora Osleny Viaro.

Foi um dia maravilhoso onde pudemos adquirir novos conhecimentos e fazer novas amizades.





  Agradecemos imensamente a presença de todos.


onhecimentos e fazer novas amizades.

Entrega de jornais no CCZ de Embu das Artes



 Agradecemos todas as pessoas que colaboraram e colaboram com nossa campanha de arrecadação de jornais, em prol dos nossos amigos animais.



A participação do negro na mídia


terça-feira, 1 de outubro de 2013

Próxima sexta e sábado



Solicitamos sua presença para juntos, discutir possibilidades de atendimentos dos alunos no ano de 2014.

Sexta feira -04.10.13 - às 09h30
ou Sábado - 05.10.13 às 09h30