Iniciaremos no mês de setembro os encontros do Café Terapêutico que serão baseados no programa de coaching de carreira do programa Paixão em Ação de autoria de Ana Raia amiga e parceira do CIEJA Campo Limpo .
Ana Raia , idealizadora do programa tem nos agraciado e colaborado com as ferramentas de Coaching para nós que atuamos em instituiçoes, Ongs e escolas públicas que geram impacto positivo na sociedade.
No último sábado - 27.08 - tivemos mais uma Balada Especial à Fantasia.
Foram momentos recheados de emoção e muita diversão.
Foi um verdadeiro encontro de gerações.
Mães atravessaram a cidade de São Paulo com seus filhos para se juntarem a galera do CIEJA e curtir uma tarde deliciosa.
Contamos com a participação do DJ Phill - amigo e mais novo parceiro do CIEJA juntamente com sua esposa Renata e filha Sara ( suas ajudantes que juntos deram um show de efeitos especiais e música de boa qualidade ) .
Tivemos a presença do cover do Michael Jackson - Christin Joseph Jackson que com muito talento alegrou nossa festa e se divertiu com a galera .
E para completar o quadro de alegria, recebemos a colaboração de voluntários do Instituto Nossa Jornada que nos ajudaram na organização e distribuição dos lanches Big Mac.
No dia 24/08/2016, realizamos o primeiro dia do CURSO OPTATIVO RECONHECER, VALORIZAR E CONVIVER COM OS POVOS INDÍGENAS – 516 ANOS DE VIOLÊNCIA, em parceria com a Diretoria Regional de Educação Campo Limpo. Oferecemos 50 vagas para professores da rede municipal (SP) de ensino com o objetivo de compartilhar nossas práticas pedagógicas, possibilitar a troca de experiências na rede, e transformar nossos esforços em multiplicadores de intervenções na temática indígena. Com a presença ilustre do Sassá Tupinambá e de nosso ex aluno Lindomar como mediadores da conversa.
No último sábado dia 20/08/2016, várias atividades ocorreram dentro e fora das dependências do CIEJA Campo Limpo. O dia começou cedo e um ônibus partiu com vários alunos e professore em direção ao sul da cidade, para a Aldeia Tenondé Porã (Kalipety), dos Indígenas da etnia guarani, em busca de aprendizado e de vivências próximas as comunidades indígenas em nossa cidade.
Ao mesmo tempo, integrantes da comunidade CIEJA Campo Limpo, foram nos representar perante ao 9º Encontro dos Povos Indígenas da Prefeitura de Guarulhos, estabelecendo uma importante ferramenta de diálogo com outra cidade, outras instituições e movimentos em prol da luta indígena.
Em nossa escola foram duas atividades que estão despontando relações de aprendizagens e no fortalecimento de vínculos, são elas um grupo de mulheres com o projeto Plano de Menina, cujo objetivo é fortalecer a autonomia de jovens de 12 a 20 anos, assim como quem queira participar, no que diz respeito a feminilidade e o fortalecimento da mulher (ocorre todos os sábados das 9h30 às 13h30) . A outra atividade é o cursinho para o ENEM que o CIEJA Campo Limpo está sediando com a parceria do grupo LUTA POPULAR (também ocorre todos os sábados das 8h30 às 18h30).
Atividades do grupo Plano de Menina
Início das aulas do cursinho para o ENEM do Luta Popular
O CIEJA CL não para e hoje, sexta-feira, duas atividades já ocorreram em nossa escola, a oficina de gastronomia planejada pela parceira Profª Vilma e o CINEMA para os Jovens, com a exibição do filme Tropa de Elite 1.
Hoje, 18-08-2016, em todos os períodos os professores farão apresentação de uma peça de teatro, escrita por nossa professora Ana Karina, com o mote da colonização feita pelos portugueses e a atual situação vivenciada pela população indígena.
Aconteceu ontem, 15/08/2016, nossa primeira roda de conversa indígena que antecede nosso 4º Encontro Indígena do CIEJA Campo Limpo. Contamos com a colaboração de duas etnias, os Funiôs (PE) e dos Guaranis (SP), expondo suas dificuldades em preservar a cultura e suas tradições na atualidade. Os alunos puderam tirar dúvidas, interagir e se integrar da luta pela terra, valores, conhecimento e a própria resistência dessas etnias.
É com enorme prazer que publicamos nosso vídeo do 12º Seminário Étnico Racial do Negro no CIEJA Campo Limpo, repleto de aprendizagens, discussões, debates e muitas alegrias. De maneira inovadora fizemos este ano um curso de 12 horas dentro do seminário para os professores da rede pública municipal, além da nossas costumeiras atividades, desde palestras (06), oficinas (14 que se repetiam nos períodos) exposições, artesanato e apresentações culturais. APROVEITEM!!!!
O Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos (CIEJA) Campo Limpo,
desde 1998 destina a intervenções dentro do processo educacional na
região do Capão Redondo, São Paulo. Desde 2004 o CIEJA – Campo Limpo
realiza debates, palestras, oficinas, exposições e o fomento da
permanente discussão das atividades voltadas para a reflexão das
relações étnicas raciais, em especial as características culturais,
religiosas, sociais e territoriais da população negra. Seja colocando em
pauta a diáspora africana ou a construção da identidade brasileira, a
partir da contribuição negra, assim como os meandros da segregação
vivenciada no cotidiano por esta população. Todas as atividades como
mesas, oficinas e exposição serão voltadas para a comunidade escolar e
para quem queira contribuir.
A quantidade de jovens tem aumentado significadamente na educação de jovens e adultos, consequentemente a crescente demanda das suas necessidades, pois com mais jovens a dinâmica das aulas, as relações espaciais, temporais e curriculares são repensadas e postas a prova por esse cenário. Com este panorama o CIEJA Campo Limpo colocou a disposição um grupo de professores para se debruçarem nestas questões e terem a liberdade de trabalharem com um grupo de adolescentes em um projeto inovador e para abrirem o caminho de como lidar com este público crescente em nossa escola. Abaixo segue foto do projeto.
O senhor Domingos Nunes tem o prazer de mostrar o seu nome no RG, depois de tantos anos...
Domingos Nunes e a Profª Ângela
A história do Sr Domingos é uma história de superação. Vindo da Serra da
Barriga, terra de Zumbi dos Palmares, AL, ele já fez de tudo na vida.
Desde cortador de cana a limpador de vidros no IML de SP. Porém, com
seus 50 e poucos anos, ele nunca aprendeu a ler e escrever. Chegou no
CIEJA esse ano todo acanhado mas, confiante. Notei que ele ainda não
conhecia quase nenhuma letra do alfabeto. Um dia pedi a escrita do seu
nome completo consultando seu R.G e ele copiou: NÃO ALFABETIZADO.
Estranhei. Ao perguntar se aquele era seu nome, ele disse que achava que
sim... Muito calmamente fui lhe apresentando as letras do seu nome,
ensinei o traço, o formato, o som. Todo dia ele escrevia no papel e até
no computador. Um dias desses ele veio para a aula todo alinhado no seu
terno e com um sorriso largo no rosto, dizendo que tinha uma surpresa
para mim. Abriu sua carteira e retirou a segunda via do seu R.G, só que
dessa vez com o seu nome escrito: DOMINGOS NUNES. Me emocionei, ele se
emocionou, foi aplaudido pela turma. Agora sim, ele disse que vai poder
abrir sua conta no banco, pois agora já sabe assinar. Agora sim ele é um
cidadão de direitos, só agora pôde se apropriar de uma parte de sua
identidade negada pelas injustiças da vida.(Texto da Profª Ângela)
Apresentação dos Indígenas da Etnia Funiô (Pernambuco) e do Sarau do Binho no CIEJA Campo Limpo, músicas, poemas, artesanato e muita resistência no último dia 14/06/2016.
Abaixo, fotos dos principais momentos do 8º aniversário do Café Terapêutico, realizado no CEU Casa Blanca, no dia 06/05/2016.
O Café Terapêutico do CIEJA Campo Limpo, situado na Zona Sul de SP, é um encontro realizado semanalmente que reúne mães e pais dos estudantes e demais interessados em dialogar sobre o contexto no qual as pessoas com deficiência estão inseridas, e como o espaço da escola pode se tornar, de fato, inclusivo. Os temas variam de políticas e serviços públicos a processos de aprendizagem ou, então, sobre as dificuldades enfrentadas no do dia a dia dos estudantes.
Maiores informações em: http://projetocafeterapeutico.blogspot.com.br/
Chegou em nossa escola o Projeto Arca de Ébano, com a ajuda de um acervo com instrumentos musicais, literatura e jogos, auxilia nos estudos sobre as sociedades africanas, os conceitos de tribo, etnia, grupo étnico e nação e apresenta o conjunto dos valores civilizatórios africanos, tais como noção de pessoa, família, poder e produção cultural. A cada dia a Arca do Ébano ficará em uma sala para ser apreciada e fomentar os encontros com os alunos, inclusive alimentar as discussões do nosso 12º Seminário do Negro na Educação "Desconstruindo e Construindo Imagens", a ser realizado no dia 29/06/2016, das 8h às 22h30.