domingo, 21 de setembro de 2014

Participação no II Seminário de Emprego Apoiado na APAE de SP





Atividades que antecedem ao dia do 10º seminário do CIEJA - O negro e a educação.







O negro e a educação



O negro e a educação.
Convite.
10º Seminário - CIEJA CAMPO LIMPO
O negro e a educação :
Desconstruindo e construindo imagens.
Tema : Educação e resistência negra na periferia.
Dia: 26/09/2014 (6ª feira)
Horário: 10:00 às 19:30h
Local: CDHEP Campo Limpo
R. Dr. Luís Fonseca Galvão, 180 Pq. Mª Helena

Prêmio Paulo Freire

No ano passado recebemos menção honrosa e neste ano o prêmio Paulo Freire ( 70 inscritos ) foi para outras unidades educacionais .Mesmo assim foi uma noite divina com amigos e equipe maravilhosa e recebemos o livro do prêmio de 2013 com a publicação do projeto Café Terapêutico.
Ano que vem estamos concorrendo novamente com o projeto "Luz, câmera, ação - Nosso foco é a inclusão".







Vencedora do Prêmio Paulo Freire - 2013

Ludgardes Freire




Inclusão se faz co  parceiros e amigos.



domingo, 14 de setembro de 2014

O negro e a educação.

Convite.

10º Seminário - CIEJA CAMPO LIMPO

O negro e a educação :

Desconstruindo e construindo imagens.


Tema : Educação e resistência negra na periferia.




Dia: 26/09/2014 (6ª feira) 


Horário: 10:00 às 19:30h 


Local: CDHEP Campo Limpo


R. Dr. Luís Fonseca Galvão, 180 Pq. Mª Helena

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Tarde encantadora no teatro Renault
















O Rei Leão O Musical - Domingão do Faustão

E o nosso dia será assim recheado de muitas emoções.

Registrando - II Seminário Indígena - CIEJA Campo Limpo



http://www.revistadigitalnna.com.br/nos-nao-queremos-ser-um-povo-invisivel-mas-sim-lutar-pelos-nossos-direitos/

Registrando - II Seminário Indígena - CIEJA Campo Limpo

Nós não queremos ser um povo invisível, mas lutar pelos nossos direitos.



O II Encontro Semeando a Convivência Entre os Povos Indígenas promovido pelo Cieja é um exemplo de projeto porta-voz aos necessitados.


O que podemos dizer sobre os povos indígenas? Que eles são guerreiros? Exploradores da própria filosofia de vida? Ou simplesmente um bando de vagabundos e marginais? E quanto os órgãos governamentais como a Funai tem cuidado e fiscalizado os direitos civis dos índios?
Todas essas questões foram discutidas no Sacolão das Artes localizado na Avenida Cândido José Xavier, 577  Parque Santo Antonio Zona Sul de São Paulo.
Neste Encontro as comunidades indígenas do Pico do Jaraguá e Parelheiros puderam manifestar seus pensamentos e suas realidades diárias com as pessoas presentes, desde alunos do ensino fundamental e médio das escolas locais que visitaram o encontro, até moradores da região, esclarecendo a realidade social e politica do índio brasileiro.


Este evento promovido pelo CIEJA (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos) do Campo Limpo, teve intuito de familiarizar e de descriminalizar a cultura Indígena, trouxe o artesanato característico e resgatou raízes ancestrais através do coral que também estava  presente cantando músicas típicas .





Foi um evento lindo e único, com muita dança e valorização de uma cultura milenar muito banalizada e fragilizada devido a ganância do povo colonizador no inicio da nossa história e continua sendo pelos atuais governantes que descendem desse povo tanto quanto nós.
Conforme o tempo corria, o assunto se estendiaComecei a perceber o amor que os índios possuem pela sua cultura mesmos vestindo roupas de ayerus (homens brancos na linguagem Tupi) eles fizeram questão de vestir seu cocares e usarem suas pinturas.



Disseram que são tratados como “povo invisível” pelos governantes, mas eles tem mais valentia que muitos ativista que andam por ai , pelo menos vivem o que falam e agem conforme suas origens 
sem vender seus valores.




ntão nos vem a seguinte pergunta? Quando aprenderemos a valorizar aqueles que nos ensinam o valor da história? Bem isso só poderá ser respondido quando não houver mais pessoas sendo tratadas de forma invisível.


Link  para assisitir na íntegra a cobertura feita pela REVISTA DIGITAL NNA



http://www.revistadigitalnna.com.br/nos-nao-queremos-ser-um-povo-invisivel-mas-sim-lutar-pelos-nossos-direitos/